5 minutos

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Bom, hoje é terça-feira, dia de indicação! \o/ Hoje em vez de escolher um livro, ou filme resolvi fazer uma indicação diferente.

A indicação é de um canal no youtube comandado pela senhorita Kéfera, que agora está famosa e apresentando o programa Zica na MixTv. O “5 MINUTOS” é um canal de humor onde cada vídeo tem mais ou menos 5 minutos (jura?) e como diz a própria Kéfera é tempo suficiente para ela falar as bobagens que quiser. Escolhi alguns vídeos bem legais para vocês assistirem.

 

 

 

 

Depois dos Quinze: Devo contar que gosto dele ou não?

Meu-Malvado-Favorito-2

Aí está você, mais uma vez, bisbilhotando o perfil dele no facebook. Não adianta fechar a aba agora, viu? Eu nem vou te julgar porque sei que a culpa não foi sua e a foto apareceu logo na página inicial, ali do ladinho. A visita foi inevitável. Aliás, precisamos ter uma conversa séria com o senhor Mark Zuckerberg depois. Quem ele pensa que é para colaborar tanto assim com o stalkcídio? Mas isso é assunto para um próximo texto. Agora vamos falar sobre esse sentimento que você guarda aí dentro a sete chaves. Ou talvez você até já tenha contado para alguém. Tipo suas melhores amigas – pelo menos um milhão de vezes. Uhum. Entendi tudo. Ele é o assunto da maioria das suas conversas e não faz a menor ideia disso? Parabéns, você está apaixonada!

Para gente comemorar, sabe o que eu trouxe de presente? Conselhos.

É impressionante como as pessoas adoram dar conselhos quando o assunto é amor platônico. Acho que é porque todo mundo já passou por isso um dia, e os diferentes desfechos de cada relacionamento (ou quase isso) fazem com que as pessoas acreditem e defendam suas teorias até a morte. Não querendo te desanimar, mas seguir a risca o que dizem não garante nada, viu? Porque embora seja uma situação parecida, você é uma pessoa diferente e ele também. Não é meteorologia. É impossível prever exatamente o que o outro sente.

Uma perspectiva diferente ajuda, clareia, mas no final das contas a nossa bússola é mesmo aquele órgão bonitinho que (simbolicamente) nos ensinam a desenhar quando ainda somos criança e não fazemos a menor ideia do quão complicado essa coisa toda pode ser.

Onde eu estava mesmo? Ah, tá!

A base do amor platônico (aquele que nem chega a ser não correspondido, pois a pessoa não faz ideia do sentimento) é a insegurança. O excesso dela, para falar a verdade. Porque a paixão deixa a gente naturalmente inseguro, né? Mas na proporção certa, me arrisco em dizer, é saudável. É o que movimenta qualquer relacionamento e o torna interessante. O problema é quando esse sentimento nasce com força total antes de tudo começar. Antes mesmo da própria pessoa ter certeza do que sente. É aí que começa a confusão.

Será que eu gosto? Será que estou confundido as coisas? Será que eu tenho alguma chance?

E a cada novo “será”, algo se perde dentro da gente. Um pouquinho da personalidade. Um pouquinho do senso de humor. Quase toda a coragem. Como o dia tem 24 horas e em muitas delas o cérebro não tá ocupado com algo importante, lá vamos nós nos questionarmos mais uma vez. Vira um vício. Tudo vai se transformando em pura idealização. Convenhamos, imaginar como seria é muito mais confortável do que dar a cara a tapa e arriscar.

E então, quando ele pergunta se tá tudo bem, a vontade é de dizer:

“Não, eu não estou bem. Não dormi direito noite passada porque você saiu com ela. Eu sei disso porque sexta li vocês combinando no facebook. Vi as fotos no sábado. Domingo eu disse que não pensaria nisso, que começaria aquele livro, mas o personagem principal também me lembrou você. Droga!” ou “Não, eu não estou bem porque você escuta aquela música pensando nela e eu escuto pensando em você. E foi eu que te apresentei a banda.”  ou “Não, eu não estou bem porque você é lindo-cheiroso-engraçado e está muito perto, mas não perto o suficiente.”

E dizemos apenas:

“Sim, e você?”.

A bola de neve vai descendo ladeira a baixo e só aumentando. Não tem como fugir de algo que tá dentro da gente mesmo, né? Então, só nos resta assumir ou esquecer de vez. Falando assim parece que existem duas opções distintas, mas ó, acho que a gente só consegue esquecer alguém de vez quando chega no limite.

E o limite nunca é nem tentar.

Essa tal tentativa pode acontecer de infinitas formas. Se você não estiver na quinta série, aconselho que a declaração não aconteça de uma vez só e durante o intervalo. Se você estiver, tudo bem, eu fiz isso (só para constar, o menino riu da minha cara, virou as costas e continuou andando).

Das poucas certezas que tenho, uma delas é a de que os sentimentos não nascem só com palavras e promessas. É preciso cultivá-lo no outro. Plantar a sementinha, sabe? Deixar que ele te conheça e se envolva aos pouquinhos.  O amor é lindo, mas quando servido e entregue de uma vez só em uma bandeja, assusta qualquer um. Sem contar que nesse meio tempo você pode aproveitar para ter ainda mais certeza do que sente. Se é que isso é possível.

Tenha paciência com os corações confusos. Se for o caso, já adianto, você não irá substituir ninguém. Essa palavra não funciona muito quando estamos falando de amores. Tire isso da cabeça antes que as comparações comecem e te façam desistir aqui, nesse parágrafo, tão perto do fim. Tão perto do começo.

Quando o cara perceber, caso (sem querer) você deixe escapar um pensamento entre uma gargalhada e outra ou algum amigo engraçadão diga o que já está óbvio para todos, esse texto se transformará em baboseira pura.

O motivo? Sentimento não se conta, se demonstra.

 

Esse é um texto da minha ídola (Bruna Vieira) haha que foi uma das minhas inspirações para criar este blog. Se você não conhece a Bruna e o Depois dos Quinze está na hora de conhecer.

Resolvi postar este texto porque sei que várias garotas passam por essa situação, inclusive mandei ele para uma amiga que está passando por isso. Bem.. espero ter ajudado. By: Kaká

Meu Malvado Favorito 2 e livros

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Hoje tive uma tarde muito divertida com minha melhor amiga Sabrina Fagundes (sim, eu tenho duas), a irmã dela Larissa Fagundes que é melhor amiga da minha irmã caçula Brenda Sousa (também foi).

Assistimos a  animação “Meu Malvado Favorito 2” e o filme é realmente incrível e melhor do que o primeiro. O nosso ex vilão favorito, o Gru, até arruma uma namorada. O filme é para rir do começo ao fim e como assistimos em 3D nos divertimos o dobro.

Para completar a tarde, como eu já tinha gastado todo o meu dinheiro (como sempre), fiz minha linda amiga (Valeu, gata) comprar livros para mim que parecem ter histórias bem interessantes. Aí vai!

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Vende-se vestido de noiva, de Denise Assis, conta a história de Letícia, uma moça humilde que vive em Belo Horizonte e trabalha em uma loja de vestidos de noiva. Ela escolhe o modelo mais caro para o seu próprio casamento mas, infelizmente, o noivado é desfeito. A fim de recuperar o dinheiro gasto, põe o vestido à venda num classificado de jornal. Só que, para comprá-lo, surge Vânia, a atual namorada de seu ex-noivo. Pouco tempo depois, Vânia aparece morta. Será que Letícia é a assassina?

Sinopse – Escuridao Ao Meio-Dia – Para Que Servem Os Homens – MAYRINK, GERALDO

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Um ensaio informal, não acadêmico, do jornalista e intelectual mineiro Geraldo Mayrink, sobre a condição masculina – e, conseqüente e inevitavelmente, também sobre a feminina. O homem, tido como senhor do universo, aparece nu, embora cheio de fantasias em todos os sentidos, nestes textos e em suas várias faces. Algumas são ocultas, outras expostas e todas se esforçam para que não caia do trono que ele mesmo esculpiu para si. Esta é uma queda que filósofos, antropólogos, psicólogos, ficcionistas e o homem comum, deste que dá pancada pelo seu time e costuma urinar sem levantar a tampa do vaso, têm procurado explicar.

Bom, ainda tem mais três livros para mostrar pra vocês, mas esses eu deixo para quando terminar de ler. A tarde de hoje foi inesquecível, mas ainda por eu estar com pessoas que amo. Espero que tardes como essa se repitam mais vezes. By: Kaká